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Ciro chama Bolsonaro e Pazuello de 'criminosos' e defende 'cadeia para os dois' nas redes sociais

As críticas do pedetista também foram voltadas para o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello por conta do colapso em Manaus e ao Ministro da Educação, Milton Ribeiro referente ao Enem em meio a pandemia da Covid-19.

17/01/2021 11h15
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Por: Redação Fonte: ClickPB/Emmanuela Leite
O político que abriu mão de apoiar a esquerda no segundo turno das eleições presidenciais, quando Haddad disputava com Bolsonaro a vaga, em 2018, atualmente defende uma aliança de centro-esquerda e centro-direita para fazer frente a Bolsonaro. (Foto: repr
O político que abriu mão de apoiar a esquerda no segundo turno das eleições presidenciais, quando Haddad disputava com Bolsonaro a vaga, em 2018, atualmente defende uma aliança de centro-esquerda e centro-direita para fazer frente a Bolsonaro. (Foto: repr

O vice-presidente Nacional do PDT, Ciro Gomes, voltou a bater de frente com a política de do presidente Jair Bolsonaro na pandemia. As críticas do pedetista também foram voltadas para o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello por conta do colapso em Manaus e ao Ministro da Educação, Milton Ribeiro referente ao Enem em meio a pandemia da Covid-19. 

Segundo Ciro, Bolsonaro e Pazueello teriam negligenciado a possibilidade de colapso na saúde de Manaus. "É revoltante saber que o #BolsonaroGenocida e seu cúmplice ministro da Saúde, mesmo sabendo de toda situação devastadora da pandemia, não se movimentaram para ajudar Manaus. Bolsonaro e Pazuello são criminosos e traidores da Pátria. Impeachment e cadeia para os dois", comentou.

 

E seguiu criticando "mais uma atitude irresponsável do governo Bolsonaro! Realizar o Enem neste momento que a pandemia volta a ganhar força é colocar em risco quase 6 milhões de estudantes, professores e demais profissionais que irão trabalhar nos dias da aplicação da prova", disse.

O político que abriu mão de apoiar a esquerda no segundo turno das eleições presidenciais, quando Haddad disputava com Bolsonaro a vaga, em 2018, atualmente defende uma aliança de centro-esquerda e centro-direita para fazer frente ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições de 2022.

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