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Polícia CASO PATRICIA

Multidão comovida se aglomera na porta de cemitério em Caruaru para despedida de Patrícia Roberta, morta em João Pessoa

Patrícia saiu de Pernambuco, na sexta (23), para encontrar o amigo Jonathan em João Pessoa. Foi morta e seu corpo foi encontrado em um matagal na capital paraibana, na terça-feira (27).

29/04/2021 22h10
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Por: Redação Portal Sapé na Web Fonte: ClickPB/Lucas Isídio
Multidão comovida se aglomera na porta de cemitério em Caruaru para despedida de Patrícia Roberta, morta em João Pessoa

Uma multidão se aglomerou na porta do cemitério Dom Bosco, em Caruaru, nesta quinta-feira (29), para a despedida de Patrícia Roberta. A jovem de 22 anos saiu de Pernambuco, na sexta-feira (23), para encontrar o amigo Jonathan Henrique em João Pessoa. Ela não voltou para casa com vida. Foi morta e seu corpo foi encontrado em um matagal no Novo Geisel, bairro da capital paraibana, na terça-feira (27).

Patrícia havia perdido o contato com a mãe após conversa com ela no último domingo (25). Preocupados, os pais dela vieram à Paraíba para reencontrar a filha. A Polícia Militar encontrou o corpo de Patrícia Roberta amarrado em lençóis e plásticos. A Polícia Civil encontrou marcas de sangue e objetos de Patrícia no apartamento de Jonathan Henrique, preso suspeito de matar a amiga, a qual conhecia há mais de 10 anos. Amigos de infância.

No cemitério em Caruaru houve aplausos com a chegada do caixão no veículo da funerária e comoção da multidão. O pai e a mãe foram abraçados e apoiados pela população e por amigos. A porta do cemitério foi fechada para que não houvesse aglomeração no local do sepultamento.
O pai de Patrícia Roberta pediu justiça e disse que a dor de perder a filha era muito grande. "Eu fui em busca de salvar minha filha quanto tive informação." Ele agradeceu o apoio da imprensa paraibana e demonstrou revolta com o amigo da filha, conforme apurou o ClickPB. (Confira logo abaixo da matéria a transmissão da TV Jornal sobre o velório e sepultamento de Patrícia Roberta)

O caso seguirá sob sigilo, por determinação da Justiça da Paraíba. Jonathan está recolhido na Central de Polícia Civil, em quarentena de 14 dias para que, depois disso, seja transferido ao Presídio do Roger.

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